sábado, 28 de julho de 2012

Hoje, nesse espaço  conquistado e mantido com muito cuidado principalmente por Débora Bottcher nossa incansável mediadora , a quem agradeço o carinho, a publicação de uma crônica/reflexão : "Repensando conceitos e formas de viver." Curtam, se possível!

Crônica do Dia

quarta-feira, 18 de julho de 2012

Circulo de Artemis


No Circulo de Artemis encontro o prazer de escrever.
Idéias, impressões, trocas de carinho e amizade.
E a participação do círculo no Crônica do Dia - sempre um motivo a mais para refletir.
Em 2008:  Cronica do Dia

terça-feira, 17 de julho de 2012

Encontros ... descobertas

                                                                              Montão deTrigo   Ilha das Couves  As Ilhas    S.Sebastião SP


Encontro / descoberta

Ato ou efeito de encontrar.
É , aqui, a possibilidade de descobrir, desvelar, trazer à tona..
Casual ou intencional ação de quem procura.

Descoberta, achado, luta. Confluência articulação . Acerto? Combate?

Locuções: ao encontro de , a procura de , a favor de, de econtro a, contra, em oposição a ...

Mais um encontro


Outro encontro:
O  Kelim-Mandala
Ponto em V -   Chão da casa   - a   Mãe de Telêmaco .
Maciez – cor - calor.

quinta-feira, 21 de junho de 2012

1996 . Instalação . PUC São Paulo


                               50 da PUC- 21 anos de Greenpeace e 10 anos de Chernobil
                                         "Antes do Fim"
                                                       Rede  de chapa expandida
                                                       Fotos cedidas pela Associação Hiroshima e |Nagasaki
                                        
                                 

quarta-feira, 20 de junho de 2012

Hoje: catados pelos caminhos

Não há como não catar.

Não há como não trabalhar a imponderabilidade das engrenagens do querer.


Não quero mas cato.

Rede em lembranças

A rede de pesca -  lembrança dos pescadores e seus ritos de partilha.
Lição de vida.  Jóias da memória.

Transformam-se em jóias de prata.
E vão a  NY ( 1996) 
"A fatalidade está algures por aí"

        e foi , conforme Baudrillard  "uma parábola que só faz sentido na sua desaparição".