1997- da série Entre Eros e Tânatos
"São Oito contra a Noite e as Trevas"
Página publicada no Dizionario Enciclopedico Internationale D' Arte Contemporanea.2001/2002 Ferrara .Italia
domingo, 27 de julho de 2014
domingo, 31 de março de 2013
Crônica do Dia - Páscoa 2013 -
sábado, 30 de março de 2013 Crônica do Dia
RITO E TRANSFORMAÇÃO [Heloisa Reis]
“Ascender ao espírito em sua forma de
idéia é entregar-se ao imutável na eterna e permanente transformação.”
(Goethe)
Nosso vínculo com o mundo em que vivemos manifesta-se das mais diversas maneiras e diferentemente em cada ser, mas a natureza humana é sábia e o ser humano é na verdade tri-membrado em corpo, alma e espírito.
O corpo é o instrumento com o qual interagimos nesta esfera terrena, enquanto com a alma elaboramos e criamos um mundo interno, pleno de interações que trazem desconfortos, afinidades, repulsas, atrações, sem que nem nos demos conta... O espírito é a ligação entre corpo e alma e traz as sensações que levam a mudanças e a diferentes vivências.
A sociedade moderna – principalmente a Ocidental – costuma reagir negativamente à importância de determinados rituais – que na verdade são “pequenos ritos de passagem”. É como se demarcássemos nossos territórios internos – de acordo com a passagem do tempo ou de fatos - afirmando que transcendemos um estado e passamos para outro.
Da mesma forma como muitas vezes médicos e nutricionistas recomendam dietas alimentares para nos livrarmos de excessos de peso, as práticas feitas a partir de uma ótica espiritual e universalista têm como objetivo a libertação de pesos emocionais desnecessários e dos sofrimentos psíquicos decorrentes.
Nosso vínculo com o mundo em que vivemos manifesta-se das mais diversas maneiras e diferentemente em cada ser, mas a natureza humana é sábia e o ser humano é na verdade tri-membrado em corpo, alma e espírito.
O corpo é o instrumento com o qual interagimos nesta esfera terrena, enquanto com a alma elaboramos e criamos um mundo interno, pleno de interações que trazem desconfortos, afinidades, repulsas, atrações, sem que nem nos demos conta... O espírito é a ligação entre corpo e alma e traz as sensações que levam a mudanças e a diferentes vivências.
A sociedade moderna – principalmente a Ocidental – costuma reagir negativamente à importância de determinados rituais – que na verdade são “pequenos ritos de passagem”. É como se demarcássemos nossos territórios internos – de acordo com a passagem do tempo ou de fatos - afirmando que transcendemos um estado e passamos para outro.
Da mesma forma como muitas vezes médicos e nutricionistas recomendam dietas alimentares para nos livrarmos de excessos de peso, as práticas feitas a partir de uma ótica espiritual e universalista têm como objetivo a libertação de pesos emocionais desnecessários e dos sofrimentos psíquicos decorrentes.
Instalação “Do Barro ao Rito”, Heloisa Reis
Um pedido de namoro pode parecer ultrapassado nestes tempos de
“ficar”, mas carrega um forte simbolismo na expressão do querer e do
aquiescer com o início de uma relação que pode vir a se tornar consistente.
Cerimônias de formatura, noivado, batizado ou casamento prestam-se ao mesmo
importante papel afirmativo de confiança no futuro de um momento de definição.
Nosso subconsciente é muito sensível a estímulos e por isso os rituais são
importantes.
Antigos rituais nada mais eram que uma forma de atrair as formas
celestes para o nível da alma, atravessando o espírito e chegando ao corpo.
Hoje, temos a tendência de afastar essa natureza intrínseca para dar lugar ao
sedutor sentido da visão com o agravante de tender a se fixar apenas nas
aparências.
Quando trazemos ao consciente outras dimensões em datas comemorativas
religiosas, cívicas ou pessoais, estamos abordando fronteiras daquele reino
das diferentes dimensões da consciência e da inconsciência através da
vivência.
A
modernidade trouxe o afastamento dos mitos tratando-os como se fossem ilusões da
mente criativa do homem , mas felizmente neste início de milênio têm-se
recuperado a noção de sua importância por sua função, como disse Joseph
Campbell, de "levar adiante o espírito humano ".
Ao
imortalizar arquétipos, os mitos promovem nossa eterna transformação. E a Arte,
assim como a Filosofia, podem desempenhar esse papel de religar o homem ainda mais que qualquer Religião.
sábado, 23 de fevereiro de 2013
A Caverna de Chauvet
Magnífico trabalho científico carregado de humanidade e respeito para com a História.
Vale ver e rever! Inspiração para encontros de razões para se viver!
https://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=YQjjzjUAMqs
Vale ver e rever! Inspiração para encontros de razões para se viver!
https://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=YQjjzjUAMqs
domingo, 20 de janeiro de 2013
Atualizações de Fabíola: sucessos!
Amiga e ex-aluna me faz feliz ao divulgar duas exposições simultâneas já em janeiro de 2013
Dias 23/01 (Galeria
Zipper) e 24/01 (Galeria Casa da Xiclet)
FABIOLA CHIMINAZZO nasceu em Curitiba, em 1971. Formou-se em comunicação Visual na FAAP em São Paulo em 1993. Atuou como designer gráfica e diretora de arte de 1994 a 2007 . Paralelamente desenvolveu seu trabalho fotográfico pessoal estudando e trabalhando com Claudio Feijó, Malu Dabus Frota, Eduardo Muylaert e Iatã Cannabrava. Estudou também escultura e história da arte com Heloisa Reis e pintura com Marco Gianotti no Atelier do MUBE. Em 2008, começa a fazer parte do grupo de estudos de filosofia e arte do Atelier do Centro de Rubens Espirito Santo. Em 2012 faz no Rio de Janeiro o curso Procedência e Propriedade com Charles Watson. Suas pesquisas transitam pela fotografia, gravura, desenho, instalações e video. Atualmente faz parte do grupo de estudos do Atelier Jardim do Hermes, com orientação de Nino Cais e Carla Chaim.
Vive e trabalha em Itu, São Paulo.
http://www.fabiolachiminazzo.com.br
sexta-feira, 21 de dezembro de 2012
domingo, 2 de dezembro de 2012
Indicação de leitura
Indicação de
leitura e reflexão para o fim de 2012
Publicado na
Newsletter do Movimento em Defesa da Granja Viana .Dezembro 2012 .
O que significam as crises financeiras mundiais que vêm
ocupando grandemente as manchetes dos
jornais ? Por que governos de países
antes bem estabelecidos economicamente
hoje lutam com endividamentos e necessidades de arrochos que recaem
sobre a população provocando sofrimentos e protestos?
Segundo Paul Gilding em seu livro “The Great Disruption”
estes fatos são sintomas de que a que o
crescimento da civilização humana está indo além da capacidade do planeta em
absorver esse crescimento baseado no consumo dos recursos naturais.
As mudanças no clima e outros sinais de
degradação ambiental levam Gilding a concluir que há uma necessidade urgente de
mudança nas políticas de conceito
voltado eminentemente ao crescimento econômico pois este incentiva
apenas o consumo e a produção de
sobras - além da destruição do ambiente
natural.
Mas ele aponta soluções – que diz serem
possíveis não sem um grande grau de comprometimento e algum sacrifício por
parte da humanidade – o que já vem acontecendo na forma de faltas, excessos e
catástrofes.
The Great Disruption: Why the
Climate Crisis Will Bring On the End of Shopping and the Birth of a New World
[Kindle Edition] Paul Gilding
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