domingo, 19 de março de 2017

A aula segunda , nesta terça 21

Depois de termos comparado na aula primeira , as pinturas rupestres , os afrescos renascentistas e o fenômeno  do Grafitti nos centros urbanos contemporâneos , agora será a vez de compararmos duas épocas muito diferentes  e muito  importantes para a compreensão do panorama das Artes:
A Idade Medieval com toda a sua ênfase na fé  e a Modernidade  com  seu frenesi e ousadia ...

Aguardo a todos que se interessarem por pensar junto!

E a decisão de inserir na Economia Colaborativa vem da prática do Transition Towns  pois não se mede o valor de um trabalho apenas pela troca em espécie - que é ótima para gerar recursos nos moldes convencionais - mas  a troca pode ser feita também de diferentes  formas .

                                                        
                                                            Venha e traga sua proposta !

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2017

Aula inaugural aberta

Neste dias de muitos afazeres notamos a dificuldade de encaixarmos uma nova atividade em nossas vidas.  É preciso muito significado para que a importância  de qualquer atividade fique evidente e possamos abrir espaço para ela em nossa agenda.

Para alguns o estudo da História da Arte pode parecer  uma atividade supérflua -  mas apenas inicialmente. O gosto pela Arte e a curiosidade logo ficam aguçados  quando começamos a perceber as conexões, os porquês, as semelhanças e as diferenças. E ainda mais quando percebemos que a fruição se acentua com o conhecimento, incentivando até mesmo o FAZER...

Olhar a História como algo vivo,  presente em constante movimento, dar saltos entre os diversos períodos estabelecer relações entre os diversos personagens - eis o sistema que propomos neste curso. Divertidamente  e com muita pesquisa  construiremos uma linha do tempo até Outubro de 2017 quando encerraremos o curso  com uma Mostra eclética e sui-generis.

Fica o convite para a aula inaugural aberta e gratuita no dia 07 de Março de 2017 na Galeria de Arte . às 19h .


sexta-feira, 17 de fevereiro de 2017

Ontem e hoje na arte

Um curso aberto,  no qual o olhar dirige-se  diversos episódios da História fazendo um contraponto com os dias de hoje.

Mensalidade : R$ 390,00

quarta-feira, 11 de janeiro de 2017

Da capacidade de imaginar à ação política

Crônica publicada no Jornal D´Aqui em Janeiro de 2017

Entre o ente devedor e o ente consumidor há um espaço que poucos veem e muito menos deles têm consciência.  Em nossa vida privada fortemente privilegiada  na escala de valores das últimas décadas  tendemos a buscar refúgio  na interioridade,  o que nos levou ao distanciamento  da noção do coletivo e de que somos,  na verdade,  todos um.
É preciso muita imaginação para escaparmos das imposições angustiosas diárias das notícias e dos acontecimentos mundiais.
Hannah Arendt chama esse processo de “desmundialização” que paradoxalmente acontece em paralelo com a reconhecida  globalização econômica e cultural. Diz ela ter ficado estarrecida com  a  aceitação e a banalização das práticas desumanas  encontradas na sua pesquisa para elaboração do livro “ Eichmann em Jerusalém” .
                                                    
 Nessa linha de pensamento ela atinge o ápice  de uma questão presente hoje nas chacinas nas prisões do Brasil e nas guerras entre etnias e grupos com interesses econômicos no Oriente além de tocar outras questões. As formas políticas atuais burocratizadas por indivíduos normais   estão descompromissadas da visão mais ampla e reflexiva sobre a idéia de sociedade como sendo um organismo único  maior.
A resposta dos indivíduos a esses estímulos imperceptíveis  parece  gerar  a preferência generalizada do indivíduo em  ficar no espaço  entre o dever e o consumir camuflando – até por conforto e proteção -  a realidade,   para não pensar ou imaginar um mundo diferente.
Em contrapartida ,  o acesso à imaginação dá-se  inevitavelmente pela Arte. Seja de que modalidade for, ela exige o desapego dos padrões, exige a coragem de criar, exige a formação de novas sinapses, exige o abandono da realidade imposta, exige o uso do hemisfério direito do cérebro – seja fazendo ou fruindo uma obra de arte. Daí pode-se dizer que um sujeito iniciado nos domínios e nas consequências da Arte é um privilegiado e um vencedor sobre as imposições  subliminares a que a massa está exposta e impelida diariamente.
"Em mar revolto"  Fio encapado, rede de chapa expandida e acrílicas sobre madeira  
As coisas prontas, as imagens excessivas, as obscenidades mais obscenas que o obsceno – citando Jean Baudrillard – as distrações ,  aí estão tentando abafar toda e qualquer  capacidade do ser humano imaginar um mundo diferente. As “Estratégias Malévolas” apontadas por Noam Chomsky embora grassem soltas em todos os meios e estratagemas de comunicação  aí estão para serem repelidas ou confrontadas  a fim de que não tenhamos que viver  apenas soterrados pelos atrofiamentos  de caráter  político, econômico e social que nos assombram historicamente.


                                                           
Encarar a Arte como um possível caminho em direção à liberdade e à responsabilidade que temos uns para com os outros aparece como um ato de resistência. Procurar conhecer para fazer diferente : exercer a capacidade de ver o todo, intuir  caminhos e formas de seguí-los, sair do conforto habitual, e ir em busca do momento re-criativo .
Assim fica o convite : instrua-se na Arte, solte sua imaginação,  constitua-se como sujeito da ação e da reflexão .
Aja politicamente!




  
    

quinta-feira, 20 de outubro de 2016

Informando sobre a Feira Conexões Arte em sua primeira Edição

 Oportunidade de participação única em evento  que une  diversas manifestações de arte  com os artistas  e o público. Vai ter sorvete  do Santo Gelato !